MyGloss pretende faturar R$ 20 milhões em 2014

Com faturamento de R$ 15 milhões em 2013, a MyGloss Acessórios pretende crescer consideravelmente ainda neste segundo semestre. A meta é abrir mais 13 unidades e fechar 2014 com 43 lojas e R$ 20 milhões em faturamento. A expansão se concentrará em capitais ainda não exploradas como Vitória, Porto Alegre, Florianópolis e Natal. Inaugurada em agosto de 2011, a empresa atua com 30 pontos nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste do país.
Durante os três dias da Expo Franchising ABF Rio 2014, que acontece entre os dias 25 a 27 de setembro, no Riocentro, no Rio de Janeiro, a rede pretende abrir mais dez contatos com potenciais franqueados. “O potencial do Rio de Janeiro é muito forte. A MyGloss já conta com duas unidades em operação em solo fluminense. A expectativa é abrir mais dez pontos até o primeiro semestre de 2015”, diz Rodrigo Stocco, CEO e founder da marca.

A MyGloss surgiu como case de mídias sociais. Ao promover consultorias e discussões sobre moda e estilo, o empresário Rodrigo juntamente com a sua irmã Kátia Stocco, estilista e arquiteta, deram início a empresa no meio online antes mesmo de ter uma loja física. A estratégia deu tão certo, que hoje a Fan Page da rede conta com mais de 1, 5 milhão de fãs e os posts alcançam cerca de 5 milhões de pageviews por semana.

Segundo Rodrigo, a missão da marca é “compartilhar” moda e alegria com as pessoas. Por isso, o segredo do sucesso foi entrar no meio online para ir conquistando seu público gradualmente, que são mulheres que gostam de moda com espírito jovem, alegres e conectadas.

O capital mínimo para abrir uma loja MyGloss é R$ R$330 mil mais ponto comercial. O investimento inclui instalação, estoque, marketing inaugural, treinamento e ferramentas para gestão do negócio. A taxa de franquia é de R$ 55 mil com projeção de retorno de aproximadamente 24 meses e faturamento médio mensal de R$ 70 mil. A loja tem cerca de 30 a 45 m², com seis funcionários por ponto.

Por: Michele Rios Fonte: Investimentosenoticias.com.br
Quarta Setembro 24, 2014

10 franquias de sorvete para você investir

o sorvete é quase uma unanimidade – é difícil encontrar pessoas que não gostam da iguaria. Até por isso, essa delícia gelada tem o seu próprio dia: 23 de setembro.
Além de aproveitar a data para tomar um sorvete, que tal conhecer algumas franquias do setor? Elas podem ser a oportunidade de negócio que você estava procurando.
Selecionamos opções de sorveterias tradicionais, frozen yogurt e paletas mexicanas – picolés grandes, com sabores sofisticados e produção artesanal –, uma das tendências do mercado. Confira:

1. Freddo A Freddo foi fundada na Argentina, em 1969, e tem presença maciça no país. Desde 2011 no Brasil, a rede aposta em um cardápio de sorvetes variados, bem como doces, salgados, cafés e chás. Os interessados em uma unidade precisam desembolsar, aproximadamente, R$ 380 mil. Saiba mais sobre os custos de implantação neste link.

2. Chiquinho Sorvetes A empresa nasceu na pequena cidade mineira de Frutal, em 1980. O fundador, Francisco Olímpio de Oliveira, vendia os sorvetes para sustentar a família. Ele era ajudado pelo filho Isaias – conhecido como Chiquinho – que trabalhava na sorveteria durante o dia e estudava à noite. Em 1984, Isaias assumiu a empresa. A partir daí, o negócio começou a se expandir até a total padronização do negócio, em 2010. Uma unidade da Chiquinho Sorvetes custa cerca de R$ 350 mil. Veja mais na página da rede no nosso canal de franquias.

3. Casa do Sorvete Jundiá A franquia é o braço da Jundiá, produtora de sorvetes paulista com quase 40 anos de história, no ramo das sorveterias. A rede opera em três modelos: lojas express, com até 30 metros quadrados, e premium, de partir de 70 metros quadrados, além de quiosques de 6 metros quadrados. O cardápio varia de acordo com o formato da franquia: enquanto os quiosques vendem casquinhas, sobremesas e milk shakes, as lojas oferecem mais opções de sobremesa. Saiba mais sobre os custos de implantação aqui.

4. Sorvete Itália A Sorvete Itália surgiu em 1975, quando os irmãos Salvatore e Orazio Rametta, que emigraram para o Brasil durante a Segunda Guerra Mundial, decidiram produzir aqui a receita de sorvete italiano. Atualmente, a Itália tem várias unidades no estado do Rio de Janeiro e está em busca de parceiros em São Paulo. O capital inicial para a abertura de uma franquia é de R$ 175 mil. Mais informações sobre custos podem ser encontradas neste link.

5. Freddissimo Ex-presidente de uma multinacional, administrador de empresas e engenheiro, José Diniz queria oferecer aos brasileiros o típico gelato artesanal preparado na Itália. Em 1996, ele abriu a primeira unidade da Freddissimo no Morumbi, em São Paulo, com a oferta de sorvetes, doces e tortas especiais. Aos poucos, a marca se rendeu às frutas nacionais, diversificando ainda mais os seus sabores. Com lojas de rua e quiosques em shopping centers, a rede atende principalmente aos públicos das classes A e B. Os custos de implantação de uma unidade são de cerca de R$ 193 mil. Veja aqui a ficha completa da franquia.

6. Stuppendo A Stuppendo foi criada pelo chef e apresentador Edu Guedes, em 1996. No ano passado, aderiu ao sistema de franquias e está em busca de interessados em abrir uma unidade. É necessário desembolsar mais de R$ 500 mil – conheça os custos aqui – e ter disponibilidade para administrar a sorveteria.

7. IceMellow A rede foi criada em 2007, pela dupla Ivan Pereira e Armando Queiroz. Antes da IceMellow, Almeida e Queiroz já haviam trabalhado com a venda de balões licenciados e no próprio setor de sorvetes. A IceMellow se destaca por vender apenas produtos da Kibon. O investimento em uma unidade é de R$ 150 mil. Saiba mais sobre o que é preciso para abrir uma operação em nosso canal de franquias.

8. Yogoberry A empresa foi criada por Un Ae Hong, uma coreana radicada no Brasil, e sua irmã, Jong Ae Hong. As duas se inspiraram na febre do frozen yogurt nos Estados Unidos e resolveram importar o conceito. Em 2007, foi aberta a primeira unidade da Yogoberry. No ano seguinte, a empresa virou franquia e abriu várias lojas no Sudeste. Confira neste link os custos para abrir uma unidade.

9. Los Paleteros A empresa vende paletas mexicanas, picolés que viraram febre recentemente. Os fundadores da Los Paleteros, Gean Chu e Gilberto Verona, abriram a primeira unidade quando tinham apenas 24 anos. Em 2013, a rede faturou R$ 6 milhões. São dois formatos de unidade: quiosque e loja.

10. Palecolé Outra franquia que embarcou na onda das paletas, a Palecolé foi criada em 2013 e adotou o franchising neste ano. Atualmente, as unidades da Palecolé oferecem 18 sabores. Destacam-se as paletas de morango com leite condensado, chocolate belga, ameixa, amora e açaí com banana. As paletas custam entre R$ 6 e R$ 8. São três formatos de unidade diferentes: loja, quiosque e microfranquia. Com o terceiro, o objetivo da rede é atingir cidades pequenas. Do modelo maior para o menor, o custo de implantação de uma Palecolé é de, respectivamente, R$ 134 mil, R$ 108 mil e R$ 80 mil. Mais informações na página da empresa em nosso canal de franquias.

Bebelu quer atingir 200 unidades em todo o País

Em 2013, a rede fechou com faturamento de R$ 100 milhões. Neste ano, este número deve crescer cerca de 32%

Diante do comportamento cada vez mais usual entre as famílias de comer fora de casa, a rede cearense de lanchonetes Bebelu pretende alcançar mais de 200 unidades em todo o País até 2016. Para seguir os planos de expansão, a empresa investiu, nos últimos dois anos, cerca de R$ 15 milhões na estruturação de um projeto de distribuição e em um novo complexo industrial, localizado em Horizonte.

Com a ampliação, o novo complexo, que passou de 780 m² para 12 mil m², expandiu a capacidade de produção para atender até 400 unidades. "Inicialmente, eram produzidos apenas 60% dos produtos na fábrica. Com a nova planta, entraram para a linha de produção 100% dos insumos que incluem pão, hambúrguer, recheios, molhos, entre outros", conta Rony Ximenes, presidente da Bebelu.
Atualmente, a rede de lanchonetes cearense conta com 67 unidades. Agora, a empresa visa abrir novas lojas em cidades economicamente ativas do Interior dos estados do Sudeste, Centro-Oeste e Norte, diz Rony Ximenes
Por conta do investimento na expansão da fábrica, foi necessário também uma reestruturação do projeto de distribuição. De acordo Ximenes, o franqueado perdia muito tempo indo atrás de fornecedores locais e se dedicava menos ao operacional e administrativo da unidade. Atualmente, o sistema faz com que haja um maior controle de estoque, já que a rede é o principal fornecedor de tudo que é necessário para a comercialização das unidades. "Conseguimos vender mais barato para nossos franqueados. Com o uso de fornecedores eles chegavam a pagar até 40% mais. Por isso, montamos um mini-atacado onde o franqueado pode encontrar todos os recheios, pães, molhos enlatados, embalagens, produtos de limpeza, fardamentos, material de divulgação, entre outros".
Logística

Com a expansão da fábrica, o processo de logística também foi alterado. Segundo o executivo, os custos com transporte eram altos e influenciavam no preço final dos produtos. Por isso, a empresa instalou uma central de logística na mesma planta do complexo visando facilitar o deslocamento no Norte e Nordeste. As regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste são atendidas pela central de distribuição situada em Osasco, São Paulo. "Com essa medida, conseguimos economizar em até 50% o valor do frete".

Novas franquias

Além do Ceará, atualmente, a Bebelu está presente em outros 13 estados, com 67 lojas abertas e 11 em fase de inauguração até o fim deste ano. Conforme Ximenes, o aumento no número de lojas só será possível por meio de franchising. Para isso, a empresa está levando a rede cearense de fast food a traçar o caminho do interior do País para seguir com seus planos de expansão. "A principal porta de entrada será através dos novos shoppings centers que estão sendo erguidos. Queremos expandir para cidades do interior dos estados do Sudeste, Centro-Oeste e Norte".

Faturamento

No ano passado, a rede de lanchonetes fechou com faturamento de R$ 100 milhões. "Quero fechar 2014 faturando R$ 132 milhões e, em 2016, R$ 350 milhões", ressalta. Atualmente, o investimento inicial para tornar-se um franqueado está entre R$ 300 mil e R$ 400 mil. Já o faturamento mensal fica em torno de R$ 100 mil, sendo que a construção da loja é flexibilizada, onde o fraqueado pode optar em construir com quem desejar ou deixar a cargo da Bebelu. "A expansão só está sendo possível pois conseguimos fabricar em escala industrial um cardápio com o mesmo sabor artesanal de antes", assinala Ximenes.
Clique aqui para assistir à reportagem completa.

Fonte: Diário Nordeste – (http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/bebelu-quer-atingir-200-unidades-em-todo-o-pais-1.1089906) Sábado, Agosto 30, 2014
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