4 passos para você não errar na hora de investir numa franquia

Quer investir numa franquia para ter seu próprio negócio? Veja os passos para não errar nessa decisão importante.

Quem tem a intenção de entrar numa franquia eventualmente vai se deparar com a dúvida: qual a melhor rede para investir?

“As pessoas sempre me perguntam: ‘Qual a marca boa do momento?’ Mas não é assim que funciona, não existe receita de bolo”, responde Juarez Leão, diretor institucional da ABF (Associação Brasileira de Franchising).

Porém, se a resposta não é assim tão simples, é possível seguir algumas dicas de ouro para encontrar a franqueadora que mais combina com cada empreendedor. E a 26ª edição da ABF Franchising Expo, que acontece esta semana, é uma ótima oportunidade para começar a sua busca pela franquia ideal.

Veja a seguir algumas dicas para escolher a franquia certa para você:

1 – Descubra do que você gosta

Seja qual for o negócio em que você pretende investir, ele só vai dar certo se você gostar do que faz. Sendo assim, o primeiro passo para escolher a sua franquia é examinar o que você gosta de fazer.

“É preciso fazer uma reflexão para identificar a sua vocação. Feito isso, sugerimos que a pessoa analise as empresas que atuam naquele segmento. É preciso considerar que dentro do mesmo segmento existem possibilidades muito distintas. Se a pessoa quer trabalhar com alimentação, por exemplo, tem opções de franquias de fast food a restaurantes mais sofisticados”, afirma o diretor da ABF.

2 – Verifique quanto você pode investir

Depois de identificar o que você gosta de fazer, é preciso levar em conta a sua realidade financeira. Afinal, não basta ter afinidade com um negócio, é preciso poder pagar por ele.

Para isso não basta considerar só o investimento inicial da franquia. Você deve levar em consideração também o capital de giro – aquele dinheiro que vai manter seu negócio funcionando enquanto ele ainda não dá retorno financeiro.

“O empreendedor tem que ter claro quanto ele tem pra investir, e com base nisso ir atrás de negócios que caibam no seu bolso. E não é só pensar no investimento inicial. Ele também precisa de capital de giro pra sustentar o negócio no início”, explica a consultora Cláudia Bittencourt.

3 – Seja realista em relação ao retorno

Muita gente tem a ilusão de que ter o próprio negócio é sinônimo de muito dinheiro no bolso. Mas não é bem assim que acontece, e na hora de definir a sua franquia você precisa de uma boa dose de realismo. Atente-se aos detalhes:A TOTVS explica por que uma franquia de sucesso pede olhar afiado Patrocinado

“Na sede de se tornar empresário, tem muito executivo que não faz uma conta simples: quanto eu ganho agora X quanto vou tirar com um negócio. Muitas vezes é preciso estar preparado para ganhar menos”, explica Juarez Leão, da ABF.

Portanto, antes de escolher a sua franquia analise com cuidado os números apresentados pela franqueadora e faça um exame de como ficará sua situação financeira.

4 – Investigue as marcas

Para não se frustrar ao investir numa franquia, é importantíssimo investigar como as marcas do seu interesse funcionam. Uma estratégia fundamental é conversar com franqueados que já fazem parte da rede. Você pode conseguir o contato deles na COF (Circular de Oferta de Franquia), documento que toda rede deve fornecer.

Outro ponto é ficar atento ao suporte que a franqueadora oferece para sua rede. “É importante que o futuro franqueado não fique numa posição passiva durante o processo de seleção. Ele deve questionar, buscar se informar sobre treinamentos e sobre o suporte que receberá, principalmente nos pontos que tem mais dificuldade, como a gestão”, explica Cláudia Bittencourt.

Você pode pesquisar também se as redes do seu interesse estão associadas à ABF.

Seguindo essas orientações, a chance de você fechar um negócio promissor é maior, afirma Leão. “A chance de dar certo é bem maior porque o franqueado entra com a expectativa mais alinhada à realidade, e fica menos sujeito a se frustrar no caminho”.

Quer conhecer centenas de marcas de franquias? A ABF Franchising Expo acontece até sábado (24/06) no Expo Center Norte em São Paulo.

 

Por: Mariana Desidério

Fonte: Exame.com

Franquia ou licenciamento: qual é o melhor para você?

 

Se você está procurando um novo empreendimento, deve ter deparado-se com diversos modelos de negócio. Afinal, qual deles é o melhor?

 

Existem várias formas de ser o dono de um empreendimento. Você pode tanto criar sua empresa do zero quanto apoiar-se na experiência de quem já abriu um negócio, por exemplo.

No segundo caso, as franquias talvez sejam o exemplo mais conhecido. Mas o contrato de licenciamento é uma outra forma de empreender que várias redes resolveram adotar e repassar. Mas, afinal, qual é o melhor modelo de negócio? Tudo irá depender do seu perfil e da sua experiência empreendedora.

 

Qual a diferença entre franquia e licenciamento?

“Tanto a franquia quanto o licenciamento são formas de você expandir seu negócio por relações comerciais. Mas cada um desses modelos tem uma legislação própria”, explica Luis Stockler, da consultoria ba}STOCKLER.

Um contrato de franquia é, na verdade, um contrato de múltiplos propósitos. É um contrato de concessão de região de atuação; um contrato de licenciamento de marca e/ou propriedade intelectual; e, por fim, um contrato de prestação de serviços, no qual o franqueador e o franqueado definem direitos e deveres.

“O licenciamento está contido dentro da franquia”, explica Stockler. “Mas lembre-se de que eu só posso licenciar algo sobre que eu tenha propriedade – não posso autorizar a usar uma marca, uma metodologia, uma patente ou um sistema sobre o qual não tenha propriedade. Na franquia, a maior propriedade costuma ser a marca, que deve estar registrada no INPI [Instituto Nacional de Propriedade Industrial].”

As franquias são regidas pela Lei nº 8.955, de 15 de dezembro de 1994. Nela, está descrita a obrigatoriedade de um documento chamado Circular de Oferta de Franquia, conhecido por quem já fez suas pesquisas sobre o mundo do franchising.

“A COF tem dois grandes blocos: o primeiro é uma descrição mais coloquial de como é o dia a dia da franquia e da relação entre franqueador e franqueado. O segundo bloco é a mesma coisa, mas em jargão jurídico: é o contrato em si, com aqueles múltiplos propósitos que eu citei.”

Já o licenciamento é um contrato comercial de transferência pontual de know-how. “Não há um acompanhamento posterior, um vínculo construtivo com o parceiro. Você licencia produtos já desenvolvidos, que vão de métodos de ensino a bonecos de marca registrada, por exemplo”, explica o empreendedor serial David Pinto.

 

Por: Mariana Fonseca

Fonte: Exame.com

É hora de investir em franquias?

Especialistas dizem que sim. Setor passou imune à crise, com repetidos crescimentos de faturamento e, agora, oferece condições para o empreendedor crescer junto com a retomada da economia brasileira

Após oito quedas consecutivas, o PIB brasileiro cresceu 1% no primeiro trimestre deste ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Prontamente, do governo ecoou uma grande comemoração e o decreto de que a crise, finalmente, ficou para trás. Algumas semanas antes, a Associação Brasileira de Franchising (ABF) divulgara um aumento de 9,4% no faturamento do setor, que alcançou R$ 36,89 bilhões nos primeiros três meses do ano.
Considerando o contexto econômico do País, parece ser um desempenho significativo. Mas, na ocasião, o presidente da entidade, Altino Cristofoletti Júnior, lamentou. “O dado revela que a recuperação do ritmo de crescimento do franchising é gradativa, ainda abaixo dos dois dígitos”, afirmou na ocasião. Entre os altos e baixos da economia, o setor de franquias passou pela crise imune, apresentando faturamentos maiores ano após ano. “A crise passou muito longe do setor. O mercado está extremamente favorável”, diz José Carlos Semenzato, fundador da SMZTO Holding, a maior aceleradora de franquias do Brasil.

Também cresceu a quantidade de gente disposta a empreender com investimento em franquias: segundo a ABF, o saldo entre lojas fechadas e abertas ficou positivo em 1,3% no primeiro trimestre. São 142.673 unidades de franquias em operação no Brasil, que empregam 1.188.979 trabalhadores diretamente. A própria crise contribuiu para o aumento de número de lojas, uma vez que muitos daqueles que perderam o emprego resolveram arregaçar as mangas e empreender. E, em tempos de muitas incertezas, investir em uma marca consolidada e em um sistema em que traz todo um apoio ao empreendedor é visto como o melhor caminho a ser tomado.

Ainda mais com a retomada da economia batendo na porta, a despeito da crise política. “A hora de investir é agora”, afirma Semenzato. “A tendência é de queda na taxa de juros, que possibilitam financiamentos mais baratos, e os pontos comerciais ainda oferecem preços de alugueis interessantes.” O empresário aconselha ao empreendedor tomar essa decisão já no segundo semestre deste ano. Para Cristofoletti, toda a estrutura que há por trás do franqueado é uma das grandes vantagens desse modelo.

As franqueadoras investem continuamente em capacitação, inovação, desenvolvimento de fornecedores e na exposição da marca, dispensando do investidor de toda essa preocupação. “A franquia é um sistema virtuoso, aonde dois empreendedores se encontram: o franqueador, com toda sua experiência e poder de compra alargado, e o franqueado, que tem uma visão local e é mais ligado ao cliente final”, explica o presidente da ABF. Contam a favor também as estatísticas de poucas quebras no setor: a última pesquisa da ABF indicou que no ano passado o porcentual de franquias fechadas ficou em 5,1%.

A título de comparação, o dado mais recente do IBGE, referente ao estudo Demografia das Empresas 2016, aponta que mais de 60% das empresas criadas no Brasil fecham as portas antes de completar cinco anos. Sem ajuda, empreender fica mais difícil. Mas isso não significa, no entanto, que abrir uma franquia gerará automaticamente lucro. “Qualquer negócio, seja próprio ou de franquia, apresenta um risco”, explica Cristofoletti. O presidente da ABF destaca que os segmentos de alimentação e de saúde, beleza e bem-estar apresentaram crescimentos importantes nos últimos anos – mas alerta que uma decisão não deve ser tomada por esse motivo: “O empreendedor não deve investir no bom resultado hoje. É importante pensar em uma área com a qual se tenha afinidade”, diz.

Não é necessário desembolsar muito dinheiro para abrir uma franquia. Segundo Alexandre Rocha, vice-presidente da ABF, existem atualmente pelo menos 500 redes de microfranquias, cujo investimento mínimo é inferior a R$ 90 mil. Metade delas oferece investimento inferior a R$ 50 mil. Há redes cujo aporte mínimo é de R$ 20 mil. Claro que o retorno é diretamente proporcional ao investimento. “O que não significa que ele demore. O retorno pode ser menor em valores, mas em alguns casos vem até mais rápido”, explica Rocha.

Esse aporte inclui tudo o que se precisa para colocar o negócio em operação: investimento para adequação da loja, capacitação do franqueado para gerir uma franquia daquela rede, uma verba para marketing inicial e a taxa de franquia – mas isso costuma variar de uma rede para a outra. O importante é o empreendedor se informar bastante, pesquisar sobre a rede que está se associando e ter noções de gestão empresarial – o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) oferece cursos para marinheiros de primeira e até de segunda, terceira ou mais viagens.

“A própria ABF e algumas redes franqueadoras também oferecem cursos de capacitação para os empreendedores”, afirma Rocha. Ele ressalta, ainda, a importância de treinar a equipe contratada. “Muitos trabalhadores contratados por franquias estão em seu primeiro emprego, então acabamos contribuindo para a formação profissional das pessoas”, explica o vice-presidente da ABF. De acordo com o mais recente levantamento da ABF, referente ao primeiro trimestre do ano, os segmentos de alimentação (40,9 mil unidades), saúde, beleza e bem-estar (27,8 mil unidades) e serviços e outros negócios (21,4 mil unidades) são os mais procurados por franqueados.

A maior parte das unidades ainda são lojas de rua (65,9%), seguido por unidades em shopping centers (23%) e home-office (5,3%). O Boticário é a marca que tem mais unidades em operação no Brasil: são 3.730 lojas, segundo a associação (veja quadro na pág. 61). Subway, com 2.153, e Cacau Show, com 2.045, aparecem logo a seguir. A liderança da rede de cosméticos é fruto de um bem elaborado plano de negócios desenvolvido pela empresa de Curitiba (PR) a partir de 2008. Graças a ele o faturamento d’O Boticário praticamente dobrou em três anos, sempre com foco na expansão da rede.

“Abrimos, em média, 250 lojas a cada doze meses, nos últimos nove anos. Esse foi um período importante para levarmos O Boticário com força para todo o país”, explica Ivan Murias, diretor de franchising da empresa. Segundo o diretor, os franqueados colaboraram diretamente para a expansão. Para Murias, é essa proximidade com o franqueado que ajuda a explicar o sucesso d’O Boticário. Com investimento inicial de R$ 510 mil e previsão de retorno entre 18 e 26 meses, a rede hoje conta com lojas em todos os municípios brasileiros com mais de 30 mil habitantes.

Embora enxergue espaço para crescer ainda mais a rede, a expansão do número de lojas não é mais o foco principal da marca. Segundo o executivo, o trabalho atual é na modernização dos pontos de venda atuais – e, por isso, é preciso se reinventar sempre. “Trabalhamos para oferecer ao consumidor o que há de melhor no mercado de beleza, e isso vale não apenas para os produtos, mas para o relacionamento com as pessoas e a experiência que elas têm com a nossa marca”, explica. Essa máxima pode ser transferida para qualquer outra marca, de qualquer setor. A competição é acirrada, mas o constante crescimento do setor de fanquias mostra que existe, sim, espaço para todos.

 

Por: André Barros

Fonte: istoedinheiro.com.br

Top Sorriso Franchising lança unidade modelo no Paraná

PONTA GROSSA/PR- A Top Sorriso, Centro de Implantologia e Reabilitação Oral Fixa, ao promover tratamentos e soluções odontológicas otimizadas visa proporcionar resultados que superam de modo positivo as expectativas e satisfação de seus pacientes.

Pensando no mercado odontológico nacional, e após um ensaio que rendeu mais de 57 milhões de reais em faturamento na atividade odontológica, o cirurgião-dentista Murilo Postiglioni Neme inaugurou este ano a Top Sorriso Franchising na sua primeira unidade modelo, localizada na cidade de Ponta Grossa, que serve unidade escola a todas as franquias que serão implementadas no mercado.

Com a formatação do sistema de franquias para o mercado brasileiro, a marca pretende expandir seus negócios para todos os estados do país, promovendo maior acesso da população brasileira aos serviços de odontologia de alta performance, como os implantes dentários e a reabilitação oral fixa.

De acordo com as estatísticas do Ministério da Saúde mais de 40% dos brasileiros com mais de 60 anos não possuem nenhum dente na boca. E, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 33% da população brasileira utiliza algum tipo de prótese dentária e 23% dos brasileiros perderam 13 dentes ou mais.

“Sempre busquei uma metodologia que aliasse os melhores serviços de odontologia disponíveis a um formato comercial onde qualquer pessoa, independente da sua conta bancária, pudesse realizar o tratamento, através de uma fórmula de parcelamento adequada para cada perfil de cliente”, declarou Neme sobre a idealização da Top Sorriso Franchising.

Diante desse cenário, a Top Sorriso Franchising quer atingir esse mercado, que está sedento por um serviço odontológico de primeira linha, associado a um formato de viabilidade financeira, que é essencial para que o sonho do sorriso perfeito e uma saúde bucal adequada seja alcançado.

Mais informações podem ser obtidas em www.topsorriso.com.

Fonte: dental-tribune.com

Faturamento de franquias cresce 9,4% no primeiro trimestre, diz associação

O faturamento do setor de franquias cresceu 9,4%, no primeiro trimestre do ano, na comparação com igual período de 2016, segundo balanço da Associação Brasileira de Franchising (ABF). A receita passou de R$ 33,7 bilhões para R$ 36,8 bilhões. No acumulado dos últimos 12 meses, o volume de recursos arrecadado com as vendas teve alta de 8,8%.

O presidente da associação, Altino Cristofoletti Junior, disse que os resultados são significativos, se observado o contexto da economia brasileira. “O dado revela que a recuperação do ritmo de crescimento do franchising é gradativa, ainda abaixo de dois dígitos”, disse.

Em relação ao movimento de abertura de lojas, o levantamento mostra um crescimento de 1,3% na comparação com os três primeiros meses do ano passado. Atualmente, o setor de franquias tem 142.673 unidades no país.

O segmento com maior crescimento no período analisado foi hotelaria e turismo, com alta de 31% no faturamento. De acordo com a associação, o resultado representa uma recuperação expressiva, tendo em vista que, no mesmo período de 2016, o setor havia registrado 15% de queda na receita. “A maior estabilidade do dólar e a redução do endividamento das famílias também explicam a significativa expansão”, ressaltou Cristofoletti.

O faturamento relacionado à saúde, beleza e bem-estar registrou o segundo melhor desempenho, com elevação de 17%. O resultado, segundo a associação, é explicado pelo aumento da busca por produtos e serviços do segmento, o crescimento de franquias de clínicas populares, além da diversificação dos canais de vendas das redes de cosméticos. Limpeza e conservação, por sua vez, registraram variação positiva de 16% de janeiro a março.

Em relação à localização das unidades, o percentual de cada modalidade de operação manteve-se estável. Predominam as lojas de rua (65,9%) e de shoppings (23%). Em seguida, estão as unidades no modelo home office (5,3%) e em supermercados (3,6%).

A pesquisa da associação entrevistou cerca de 43% das unidades de franquia, que representam 53% do faturamento total do setor.

 

Por: Redação

Fonte: istoe.com.br

Tire suas dúvidas