TOP SORRISO é destaque no maior jornal de odontologia do mundo

O sonho de tornar a Top Sorriso referência mundial no mercado odontológico está cada vez mais próximo de virar realidade. No início de fevereiro, o sucesso da marca foi destaque no Dental Tribune International (DTI), a maior fonte de notícias e rede de educação odontológica do mundo.

Seu portfólio inclui mais de 100 publicações comerciais em 25 idiomas, que atingem mais de 650 mil dentistas presentes em mais de 90 países, além da realização de programas de educação continuada, simpósios, congressos e exposições em todo o mundo.

De acordo com o odontólogo e CEO da marca, Murilo Postiglioni Neme, o reconhecimento foi uma grande conquista: “É muito gratificante ver o trabalho do qual você faz parte ser reconhecido mundialmente e estar na mesma edição e com o mesmo destaque da visita do Rei da Suécia à Planmeca, na Finlândia, uma das maiores fabricantes de equipamentos odontológicos de ponta do mundo”, destaca.

Uma marca que almeja ser referência na área em que atua deve fazer investimentos contínuos em ensino e pesquisa. Os programas existentes na Top Sorriso foram desenvolvidos nos maiores centros de pesquisa e especialidades do Brasil e do mundo. No final de janeiro, o odontólogo e CEO da marca, Murilo Postiglioni Neme, participou do 33º CIOSP – CONGRESSO INTERNACIONAL DE ODONTOLOGIA DE SÃO PAULO – o maior evento de odontologia da América Latina, realizado em São Paulo.

Neme explica a relevância da participação da Top Sorriso neste Congresso: “No CIOSP é apresentada toda a gama de produtos disponíveis no mercado dentário nacional e internacional. Como estamos sempre buscando o que existe de mais avançado em odontologia, nossa participação foi de suma importância. Estamos em busca de novidades que promovam vantagens e bem-estar para o paciente. Aprendemos e trocamos informações com as pessoas mais gabaritadas do nosso setor”, explica.

– Biomaterias de última geração: quando bem indicados, evitam intervenções cirúrgicas ósseas de grande porte, os temidos enxertos, tornando muito mais fácil e menos dolorido nos casos onde é necessário enxertar osso antes de aplicar o implante.

– Scanners de boca: evitam a utilização de materiais de moldagem, garantindo 100% a precisão, pois a moldagem é o próprio escaneamento dos preparos protéticos do paciente, que, após a tomada da imagem, envia as informações ao computador, o qual manda imprimir os dentes no material mais apropriado para cada tipo de paciente.
“Estamos vivendo o ‘De volta para o Futuro’ na odontologia. Os maiores beneficiados são os nossos pacientes, que terão acesso a tecnologias disponíveis apenas nos grandes centros mundiais”, garante Neme.

Palecolé ultrapassa 30 unidades em oito meses

A rede de franquias Palecolé, especializada em paletas mexicanas, ultrapassou a marca de 30 unidades em menos de 08 meses. Com uma evolução constante, através de seu modelo de franquia diferenciado, a marca espera chegar a 70 estabelecimentos até o final de 2015, o que permite a previsão de 5 milhões de reais para o faturamento deste ano.

Lançada em setembro de 2014, em Balneário Camboriú, Santa Catarina, a marca ganhou adeptos rapidamente pelo seu baixo custo – com possibilidades a partir de 65 mil reais – e pelo modelo de máster franqueado, que permite uma expansão mais rápida, através dos responsáveis locais, que acompanham, desenvolvem e localizam novos franqueados. “Nosso modelo é bastante agressivo, mas ao mesmo tempo bem estruturado e de desenvolvimento na base. Queremos unidades saudáveis e com força” explica Anderson Galvez, diretor geral da Palecolé.

Com fábricas em todos os estados presentes, a empresa possibilita um custo menor para os franqueados, pois permite uma reposição mais rápida e com distribuição com gastos menores. Esse modelo diferencia a marca das demais opções do mercado, pois permite maior força às cidades do interior. “O cenário atual é de uma provável saturação dos grandes centros, não só na questão de empreendimentos, mas também gastronômico, então é preciso uma ampliação do público e as cidades do interior possuem grande potencial de crescimento” detalha Anderson.

Presente em Minas Gerais, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás e Distrito Federal as paletas da Palecolé caíram no gosto e se tornaram a nova febre gastronômica no Brasil. Elas são maiores que os picolés convencionais, têm, em média, 120 gramas e custam entre R$6 e R$8 reais. Um produto mais saudável, sem conservantes ou adição de componentes artificiais. Disponível em mais de 20 sabores, como Cupuaçu, Capuccino, Chocolate Belga, Mescla de Amora, Oreo, Paçoca, Açaí com Banana, Creme com Doce de Leite, Nozes e a mais nova de Marguerita.

Desenvolvimento pessoal e crescimento conjunto

Por desenvolver um produto diferenciado, a Palecolé trabalha com a visão de consultores, ao invés de simples atendentes. Esse conceito surge em um momento onde o desenvolvimento do relacionamento entre marca e consumidor se torna algo valioso. “Nós buscamos um conceito mais próximo entre nosso o consumidor e nossos colaboradores, o varejo precisa ter como sabedoria que a experiência irá definir quem permanece e quem sai do mercado”, explica Anderson.

Com diversos treinamentos, cursos internos e processos de desenvolvimento entre os gestores e os colaboradores, a Palecolé irá aplicar um diferencial dentro do mercado. “Atualmente, os projetos de crescimento sobre os profissionais das franquias ainda é básico, é nesse momento em que a marca irá possibilitar um crescimento natural e em grande escala”, detalha Anderson.

A empresa colocará em prática a “Academia Palecolé”, projeto que permite aos colaboradores uma evolução constante e mais uniforme, pois atingirá desde diretores, máster franqueados, assim como os responsáveis e funcionários das unidades. A ação terá como base o incentivo e a qualificação efetiva com o uso de premiações e cursos.

“Franquias são feitas de pessoas: gestores, colaboradores e fornecedores, eles precisam evoluir para tornar a marca mais forte, tanto a unidade, quanto em nível nacional. A Palecolé quer ter esse diferencial, um processo bem definido e com crescimento mensurável”, conclui Galvez.

Palecolé em números:

MICRO FRANQUIA “A” (quiosque pequeno em formato de carrinho) Para cidades até 50 mil habitantes (IBGE) Franqueado exclusivo do município abrangido. Taxa de Franquia: R$ 25.000,00 Equipamentos e mobiliário (por ponto de venda): R$ 25.000,00 Propaganda inaugural, identidade visual e despesas pré-operacionais: R$ 5.000,00 Estoque inicial: R$ 5.000,00 (30 dias antes da inauguração) *Investimento total estimado: R$ 60.000,00 + R$ 5.000,00 Capital de Giro (Não está incluso frete do quiosque)

MICRO FRANQUIA “B” (quiosque pequeno em formato de carrinho) Para cidades de 50 mil até 75 mil habitantes (IBGE) Franqueado exclusivo do município abrangido. Taxa de Franquia: R$ 30.000,00 Equipamentos e mobiliário (por ponto de venda): R$ 25.000,00 Propaganda inaugural, identidade visual e despesas pré-operacionais: R$ 5.000,00 Estoque inicial: R$ 5.000,00 (30 dias antes da inauguração) *Investimento total estimado: R$ 65.000,00 + R$ 5.000,00 Capital de Giro (Não está incluso frete do quiosque)

MICRO FRANQUIA “C” (quiosque pequeno em formato de carrinho) Para cidades de 75 mil até 100 mil habitantes (IBGE) Franqueado exclusivo do município abrangido. Taxa de Franquia: R$ 35.000,00 Equipamentos e mobiliário (por ponto de venda): R$ 25.000,00 Propaganda inaugural, identidade visual e despesas pré-operacionais: R$ 5.000,00 Estoque inicial: R$ 8.000,00 (30 dias antes da inauguração) *Investimento total estimado: R$ 73.000,00 + R$ 5.000,00 Capital de Giro (Não está incluso frete do quiosque)

QUIOSQUE Para cidades acima de 100 mil habitantes (IBGE) Franqueado NÃO exclusivo do município abrangido. Taxa de Franquia: R$ 50.000,00 Equipamentos e quiosque: R$ 48.000,00 Propaganda inaugural, identidade visual e despesas pré-operacionais: R$ 10.000,00 Estoque inicial: R$ 8.000,00 (30 dias antes da inauguração) * Investimento total estimado: R$ 116.000,00 + R$ 20.000,00 Capital de Giro (Não está incluso frete e montagem do quiosque)

LOJA Para cidades acima de 100 mil habitantes (IBGE) Franqueado NÃO exclusivo do município abrangido. Taxa de Franquia: R$ 50.000,00 Equipamentos, obra e mobiliário: R$ 56.000,00 Propaganda inaugural, identidade visual e despesas pré-operacionais: R$ 20.000,00 Estoque inicial: R$ 16.000,00 (30 dias antes da inauguração) * Investimento total estimado: R$ 142.000,00 + R$ 20.000,00 Capital de Giro

Por: Redação
Fonte: SuaFranquia.com

Delícias a la mexicana

Sorvetes artesanais com peso duas vezes maior que o dos picolés tradicionais conquistaram os mineiros

CALOR, SOMBRA, água fresca e muito sor­vete. Com as altas temperaturas na região metropolitana de Belo Horizonte, todos os recursos para se refrescar são bem-vin­dos, e, seguindo esse nicho do mercado, um produto em especial vem conquis­tando o paladar dos mineiros: as paletas mexicanas. O sorvete artesanal, com 120 gramas (duas vezes maior que um picolé normal) e com recheios variados, como leite condensado, doce de leite ou calda de morango, já pode ser encontrado em diversos shoppings da capital mineira e também em cidades como Contagem e Betim. Uma alternativa saborosa e sofisticada de espantar o calor e uma grande oportunidade para empresários do setor de alimentos aumentarem seus lucros.

A Palecolé é uma franquia de paletas que passou a atuar na Grande BH. Em janeiro, a marca instalou o seu primeiro quiosque no Metropolitan Shopping, em Betim. Localizada no espaço gourmet do centro de compras, a Palecolé oferece 18 sabores de paletas. Entre os carros-chefe da marca estão sabores bem brasileiros, como açaí com banana, cupuaçu com lei­te condensado e chocolate com morango. Além de Betim, a marca também pode ser encontrada em Santa Catarina, Paraná e São Paulo. “Temos grandes planos de expansão em Minas Gerais. Até o fim de 2015, a Palecolé pretende abrir 30 unida­des no Estado e aumentar a rede, que já está presente em Belo Horizonte, Uber­lândia e Poços de Caldas”, explica o dire­tor máster da franquia em Minas Gerais, Rafael Corte, ao ressaltar que, em breve, será aberta uma fábrica própria na capi­tal. “Hoje, a mais próxima fica no Paraná”, completa.

Outra gigante das paletas no Brasil e que também atua em Minas Gerais é a He­lado Monterrey. Com 74 unidades espalha­das por Estados como São Paulo, Sergipe, Bahia, Goiás e Ceará, só em 2014, a fran­quia encerrou o ano com um faturamento mensal de R$ 1,5 milhão e 5 milhões de paletas vendidas, sendo mais de 1,5 mi­lhão só no mês de dezembro. O segredo para tanto sucesso, garante o empresário e responsável pela franquia em Minas Ge­rais, José Neto, deve-se ao fato de esse sorvete arte­sanal ser uma opção mais natural e saudável do que os produtos tradicional­mente comercializados no mercado. “As paletas não são cheias de conservantes, como os sorvetes industria­lizados mais conhecidos”, salienta. Em Belo Horizonte, os quiosques da marca po­dem ser vistos nos shoppings Cidade, Diamond Mall, Estação BH e tam­bém no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins. O preço de cada igua­ria varia entre R$ 6 e R$ 8, dependendo do sabor e do recheio.

SABORES DIFERENCIADOS

As paletas podem ser cremosas, re­cheadas, premium e frutadas, ou seja, recheadas com frutas. No caso da Helado Monterrey e da Palecolé, os empresários responsáveis pelas franquias em Minas afirmam que a preferência, tanto nacional quanto mineira, é pela paleta de morango recheada com leite condensado. Contu­do, ainda é possível saborear os produtos de coco com brigadeiro, amora com io­gurte, manga, kiwi e açaí. “Para fevereiro, estamos preparando a chegada de novos sabores, que estão sendo desenvolvidos, por um mestre sorveteiro, de acordo com o gosto do brasileiro. “Entre as novida­des, teremos picolés de torta de limão e de mouse de maracujá”, revela José Neto, da Helado Monterrey.

Quem provou a iguaria e recomenda é a estudante de nutrição Paula Rosendo, 17, moradora do bairro Brasileia, em Be­tim. Paula conheceu o sorvete assim que a novidade começou a ser comercializada em um famoso shopping da capital. Des­de então, ela consome as paletas com muita frequência. “A paleta é muito mais saborosa que os picolés comuns. Meus sa­bores preferidos são os de morango com leite condensado e de nutella (creme de avelã com chocolate)”, finaliza.

SAIBA MAIS

Apesar de terem chegado ao país somente em 2012, as paletas mexicanas são velhas conhecidas no México, país onde esses picolés surgiram. Feitas de forma artesanal, elas se diferenciam pelo formato, quadrado, e, principalmente, pelo tamanho: pesam 120 gramas de sorvete, o dobro de um picolé normal. Ao contrário do Brasil, lá, as paletas são produzidas com frutas tipicamente mexicanas, como tamarindo, além de se apresentarem com sabores mais apimentados.

Por: Viviane Rocha

 

 

Franquia Bebelu Sanduíches fatura R$ 120 mil ao mês

A marca começou a expansão por meio do franchising em 2005 e hoje conta com 68 unidades

São Paulo –A rede Bebelu Sanduíches está presente em 16 estados e foi fundada em 1986, em Fortaleza. Entrou no franchising em 2005 e hoje conta com 68 unidades.

Para abrir uma loja da marca, é preciso ter uma área mínima de 36 metros quadrados. O faturamento médio mensal por unidade é de 120 mil reais. A equipe varia de acordo com o tamanho da franquia, de 12 a 18 funcionários.

Investimento inicial: de 300 mil a 500 mil reais
Prazo de retorno do capital: a partir de 18 meses

 

Por: Camila Lam

Fonte: Exame.com

Franquia de paletas mexicanas abre as portas em Pinheiros

rede de franquias Palecolé inaugura sua segunda loja na capital. A loja será instalada em Pinheiros, na Rua Teodoro Sampaio, 1020- loja 1, no dia 20/12. Está será a quarta loja da rede no estado de São Paulo, que já conta com unidades em Marília, Itapecerica da Serra e no bairro da Mooca, na capital. A franquia nasceu em Santa Catarina, Balneário Camboriú e tem conquistado cada vez mais o público. Para desenvolver o negócio nas principais regiões do país, a Palecolé adotou o sistema de Máster Franqueado. Quem comanda as operações no estado de São Paulo é o empresário Teddy L. Moraes, que tem grande expectativa de sucesso. “Mais uma excelente opção de paleteria na cidade, que certamente agradará o requintado paladar do paulistano”, diz Teddy. O cardápio da Palecolé conta com 21 sabores. São quatro de frutas, oito cremosos, sete recheados e dois especiais. Entre as exclusivas, destaque para a de cupuaçu recheada com leite condensado. As paletas, que são maiores que os picolés convencionais, têm, em média, 120 gramas e custam entre R$6 e R$8 reais. O grande diferencial da marca é a aposta num produto mais saudável. “As paletas não contêm conservantes, corantes ou gordura vegetal, além de não passarem por grandes processos industrializados. Na fabricação, usamos produtos naturais, ou seja, o sabor e a cor vêm direto da fruta. Diferem dos picolés comuns por serem maiores e demorarem mais para derreter”, explica Teddy. Por: Michele Rios Fonte: investimentosenoticias.com.br

10 franquias que surgem como boas opções de negócio para 2015

As franquias são ótimas opções de negócio para quem quer empreender. Quem opta pelo sistema não precisa criar nada "do zero" – afinal, a marca e todos os processos de gestão da empresa já existem.

O ano de 2014 trouxe várias tendências para o setor. São várias as opções para os interessados no franchising. Reunimos 10 redes com diferentes conceitos (e custos de implantação). Confira-as. Talvez uma delas possa ser a oportunidade para você mudar de vida no ano que vem:

1. Palecolé A Palecolé é uma das redes que vende paletas mexicanas – os picolés grandes, com sabores sofisticados e feitos artesanalmente que são a nova moda do setor de alimentação no país. As paletas da empresa, que tem sede em Santa Catarina, custam entre R$ 6 e R$ 8. A Palecolé oferece três formatos de unidade: loja (com investimento de R$ 134 mil), quiosque (R$ 108 mil) e microfranquia (RS 80 mil). O terceiro também é uma loja, mas voltada para atingir cidades pequenas. Saiba mais sobre a franquia neste link.

2. Salgado Mania Já imaginou se houvesse um negócio em que não houvesse pagamento de aluguel, que funcionasse 24 horas por dia e que ainda pudesse mudar de lugar, para regiões com mais clientes? Parece impossível, mas na verdade não é tão difícil ter todas essas facilidades: basta colocar sua empresa dentro de um carro. Uma das opções de food trucks disponíveis no mercado é a Salgado Mania. As unidades da empresa oferecem 32 tipos de salgado, além de sanduíches, batata frita, doces e bebidas. Para abrir um food truck, os interessados devem desembolsar cerca de R$ 90 mil. A empresa ainda oferece dois outros modelos de franquia: quiosque e uma loja box, que é fixa, mas pode ser desmontada e transportada com facilidade. Cada uma custa, respectivamente, R$ 149 mil e R$ 69 mil. Saiba mais sobre a Salgado Mania aqui.

3. Doctor Frio A Doctor Frio faz a instalação e a manutenção de aparelhos de ar-condicionado – produto cujas vendas vêm aumentando pelo aumento do poder de compra da população e pelas temperaturas, cada vez maiores, registradas no país. O custo de uma unidade começa em R$ 45 mil. A unidade começa a operar com quatro empregados. O retorno previsto do investimento ocorre em um prazo médio de 12 meses. Mais informações sobre a Doctor Frio podem ser encontradas aqui.

4. Santo Bier A Santo Bier é uma franquia de "bar delivery" com cinco formatos de franquia diferentes. O modelo principal, chamado "Resgate do Santo", é um bar itinerante dentro de um Renault Kangoo. Os interessados no serviço ligam para o franqueado, que envia o veículo no horário marcado. Os produtos disponíveis são cerveja, água, refrigerante, uísque, energético, vodka e tequila. Há uma padronização das bebidas: a cerveja é sempre da Ambev, enquanto o uísque é Johnnie Walker e a tequila, José Cuervo. Os outros modelos são os de entrega de bebidas com motos, carrinho de chope, quiosque e quiosque de praia. Os valores contemplam empreendedores de vários perfis. Enquanto o formato do Renault Kangoo custa cerca de R$ 85 mil, o investimento em três "Carrinhos dos Milagres" é de R$ 35 mil. Saiba mais sobre a Santo Bier aqui.

5. Acquazero A crise da água em São Paulo tem assustado muita gente. Mas, para o empreendedor Marcos Mendes, faz tempo que esse problema não é novidade. Ele criou a AcquaZero, uma rede de franquias cuja proposta é lavar o carro gastando menos de um copo de água. Os franqueados, diz Mendes, não ficam apenas na limpeza, que custa R$ 30. As operações oferecem cristalização da pintura do carro, enceramento, higienização de interiores e do ar-condicionado, impermeabilização e cristalização do vidro, entre outros serviços. As franquias da empresa custam entre R$ 4,8 mil e R$ 80 mil. Saiba mais sobre a rede neste link.

6. Red Salon Homem O Red Salon Homem é um salão de beleza, como o nome já diz, voltado para o público masculino. Segundo Rober Borsato, criador da empresa, o Red Salon Homem "corta cabelo como qualquer um". O diferencial é o tratamento dos clientes. No salão, os profissionais usam termos mais masculinos. Além disso, os clientes podem tomar cerveja, jogar videogame e conferir revistas masculinas. Mais informações sobre a rede aqui.

7. Havanna A Havanna, empresa argentina conhecida por seus alfajores e doce de leite, entrou recentemente no setor de franquias. A rede oferece três formatos de unidade. O primeiro modelo de franquia é um quiosque, que vende apenas os produtos da Havanna – além do doce de leite e dos alfajores, a marca produz chocolates, biscoitos e guloseimas sazonais, como panetones e ovos de páscoa. O segundo também é um quiosque, mas preparado para vender drinks com café e servi-los em mesas. Por fim, o último é uma cafeteria completa. Os preços variam entre R$ 87 mil e R$ 270 mil. Confira mais informações sobre a rede neste link.

8. Batatóp As unidades da Batatóp, que vendem batatas fritas em embalagens em forma de cones, são construídas dentro de contêineres. As batatas são vendidas em duas versões – palito e noisette – dentro de cones com recipientes para várias opções de molhos, como mostarda com mel, barbecue e queijo cremoso. A versão palito custa R$ 10 e a noisette, R$ 12. Os interessados em uma franquia Batatóp precisam investir cerca de R$ 100 mil. Clique neste link e confira mais informações sobre a rede.

9. Viva Eventos A Viva Eventos surgiu em Juiz de Fora (MG) e é especializada na organização de festas de formatura. Para manter o padrão e a qualidade das festas em todas as cidades, a empresa, que funciona como uma agência de eventos, seleciona os fornecedores de todas as unidades e acompanha as primeiras festas do franqueado. O investimento para abrir uma franquia da empresa é de R$ 150 mil, com prazo médio entre 18 e 36 meses para o retorno do capital. Confira aqui mais informações sobre a empresa.

10. ObentôMania A empresa é especializada na venda de "marmitas japonesas" – ou seja, refeições prontas da culinária nipônica. As unidades da ObentôMania são preparadas tanto para o serviço de delivery quanto para o atendimento no local. Em média, 60% dos pedidos recebidos são para entregas a domicílio, segundo a empresa. O investimento em uma unidade é de cerca de R$ 180 mil. Veja neste link mais informações sobre a empresa.

Por: Redação

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

Marca de paletas mexicanas do Sul chega a São Paulo

Fundada em Balneário Camboriú, Palecolé aposta em paletas frutadas, cremosas, recheadas e especiais como nozes e mesclas de amora e framboesa.

As paletas mexicanas caíram no gosto e se tornaram a nova febre gastronômica no Brasil. A rede de franquias Palecolé – www.palecole.com.br -, especializada na iguaria, nasceu no Sul do país, mas logo expandiu sua atuação. Chega a São Paulo pelo empresário Teddy L. Moraes, que comanda as operações em todo o estado. A primeira franquia foi inaugurada na cidade de Marília. E na capital, o primeiro quiosque da marca foi inaugurado neste sábado (29) na Mooca, no hipermercado Extra. Para dezembro, mais duas unidades abrem suas portas: um quiosque em Santos e outro no Shopping Itapecerica.

A franquia nasceu em Santa Catarina, Balneário Camboriú e tem conquistado cada vez mais o público. O cardápio da Palecolé conta com 20 sabores. São quatro de frutas, oito cremosos, seis recheados e dois especiais. Entre as exclusivas, destaque para a de cupuaçu recheada com leite condensado.

As paletas, que são maiores que os picolés convencionais, têm, em média, 120 gramas e custam entre R$6 e R$8 reais. O grande diferencial da marca é a aposta num produto mais saudável. “As paletas não contêm conservantes, corantes ou gordura vegetal, além de não passarem por grandes processos industrializados. Na fabricação, usamos produtos naturais, ou seja, o sabor e a cor vêm direto da fruta. Diferem dos picolés comuns por serem maiores e demorarem mais para derreter”, explica Teddy.

Fonte: Comidaereceitas.blog.br

Franquia de paletas Palecolé custa R$ 90 mil

São Paulo – Criada em 2013, a rede de paletas mexicanas nasceu em Balneário Camboriú. Hoje, a empresa tem unidades em Curitiba e Ponta Grossa. A expectativa é fechar o ano com 30 franquias negociadas, segundo a marca.

A rede está trabalhando com três modelos de negócio: lojas, que têm investimento a partir de 154 mil reais, quiosques, a partir de 128 mil reais, e microfranquias, a partir de 90 mil reais.

Investimento inicial: a partir de R$ 90 mil Prazo de retorno do capital: a partir de 14 meses


Por Priscila Zuini
Fonte: Exame.com

Com início em carrinho de lanches, rede cearense Bebelu vira a 5ª franquia de fast-food do Brasil

No início conhecida como Babalu, a marca Bebelu começou em Fortaleza, conquistou espaço nas regiões Sul e Sudeste do país e pretende chegar a 200 lanchonetes até 2017

 
As combinações nos sanduíches para além do hambúrguer e salada surgiram para matar a fome dos amigos após noites de festas na cozinha do fundador da marca, Dernier Pessoas Rios, em 1986. “Naquela época não tinha opções de lanchonetes na madrugada”, comentou Rony Xinemes, que viria a se tornar diretor da Bebelu Lanches 18 anos depois.Os sabores ganharam ar comercial  em um carrinho de lanches ambulante montado na calçada da residência da família de Dernier, na Av. Sargento Hermínio, no Bairro Monte Castelo, em Fortaleza.
As vendas aumentaram e o carrinho improvisado transformou-se em um trailler. “Ele era gordinho e baixinho e chamavam ele de Babalu por causa do chiclete”, justifica o primeiro nome da empresa o atual diretor.

 

A marca enfrentou dificuldades para ser patenteada devido a um processo da Adams, fabricante do Babalu. Após uma pesquisa, a rede fast-food foi renomeada para Bebelu.Concorrente “mordida-a-mordida” com gigantes do ramo fast-food, a empresa cearense Bebelu conseguiu ocupar um lugar de destaque no setor alimentício nacional. A marca que começou em um carrinho de lanches na calçada, hoje se multiplicou em 80 lojas e conquistou o título de quinta melhor franquia de fast-food do Brasil e a primeira no Nordeste, segundo a revista Pequenas Empresas Grandes Negócios. Apenas no ano passado, o faturamento chegou a R$ 100 milhões.

 

Expansão

Os planos para o empreendimento são ainda maiores para os próximos anos. A meta é estender para 200 unidades até 2017, adiantou o diretor da Bebelu. “Até final do próximo ano vamos chegar a 100 e entre 2016 e 2017 dobrar esse número”, declarou o empresário.No caminho atual para a expansão há dois focos: consolidar as regiões no norte do país e investir no mercado do Sul e Sudeste. Segundo Roni, apenas nesse mês 10 novas lojas irão ser inauguradas: quatro em Fortaleza, uma no município do Eusébio, uma em Iguatu, duas em Pernambuco e outras duas na Bahia, as primeiras no estado.O empresário atribuiu o sucesso da franquia aos ingredientes dos sanduíches, que segundo ele, são típicos do Nordeste, como frango, carne do sol, filé e frutas. “Antigamente existia muita rejeição para uma marca entrar no Sudeste, mas com a febre de produtos nordestinos, nós conseguimos. E deu certo. Para ter uma noção, o sanduíche mais vendido em São Paulo é de carne de sol com queijo coalho. Nossos concorrentes todos têm produtos básicos”, disse Rony.O empreendedor apontou como outro diferencial o controle total da produção. “Tudo é feito pela gente, desde a ponta. O pão é feito na nossa padaria, por exemplo. Nós temos a logística, a franchising e o call center”.

 

 

Por: Wolney BatistaFonte: Tribuna do Ceará

MyGloss pretende faturar R$ 20 milhões em 2014

Com faturamento de R$ 15 milhões em 2013, a MyGloss Acessórios pretende crescer consideravelmente ainda neste segundo semestre. A meta é abrir mais 13 unidades e fechar 2014 com 43 lojas e R$ 20 milhões em faturamento. A expansão se concentrará em capitais ainda não exploradas como Vitória, Porto Alegre, Florianópolis e Natal. Inaugurada em agosto de 2011, a empresa atua com 30 pontos nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste do país.
Durante os três dias da Expo Franchising ABF Rio 2014, que acontece entre os dias 25 a 27 de setembro, no Riocentro, no Rio de Janeiro, a rede pretende abrir mais dez contatos com potenciais franqueados. “O potencial do Rio de Janeiro é muito forte. A MyGloss já conta com duas unidades em operação em solo fluminense. A expectativa é abrir mais dez pontos até o primeiro semestre de 2015”, diz Rodrigo Stocco, CEO e founder da marca.

A MyGloss surgiu como case de mídias sociais. Ao promover consultorias e discussões sobre moda e estilo, o empresário Rodrigo juntamente com a sua irmã Kátia Stocco, estilista e arquiteta, deram início a empresa no meio online antes mesmo de ter uma loja física. A estratégia deu tão certo, que hoje a Fan Page da rede conta com mais de 1, 5 milhão de fãs e os posts alcançam cerca de 5 milhões de pageviews por semana.

Segundo Rodrigo, a missão da marca é “compartilhar” moda e alegria com as pessoas. Por isso, o segredo do sucesso foi entrar no meio online para ir conquistando seu público gradualmente, que são mulheres que gostam de moda com espírito jovem, alegres e conectadas.

O capital mínimo para abrir uma loja MyGloss é R$ R$330 mil mais ponto comercial. O investimento inclui instalação, estoque, marketing inaugural, treinamento e ferramentas para gestão do negócio. A taxa de franquia é de R$ 55 mil com projeção de retorno de aproximadamente 24 meses e faturamento médio mensal de R$ 70 mil. A loja tem cerca de 30 a 45 m², com seis funcionários por ponto.

Por: Michele Rios Fonte: Investimentosenoticias.com.br
Quarta Setembro 24, 2014