10 franquias de sorvete para você investir

o sorvete é quase uma unanimidade – é difícil encontrar pessoas que não gostam da iguaria. Até por isso, essa delícia gelada tem o seu próprio dia: 23 de setembro.
Além de aproveitar a data para tomar um sorvete, que tal conhecer algumas franquias do setor? Elas podem ser a oportunidade de negócio que você estava procurando.
Selecionamos opções de sorveterias tradicionais, frozen yogurt e paletas mexicanas – picolés grandes, com sabores sofisticados e produção artesanal –, uma das tendências do mercado. Confira:

1. Freddo A Freddo foi fundada na Argentina, em 1969, e tem presença maciça no país. Desde 2011 no Brasil, a rede aposta em um cardápio de sorvetes variados, bem como doces, salgados, cafés e chás. Os interessados em uma unidade precisam desembolsar, aproximadamente, R$ 380 mil. Saiba mais sobre os custos de implantação neste link.

2. Chiquinho Sorvetes A empresa nasceu na pequena cidade mineira de Frutal, em 1980. O fundador, Francisco Olímpio de Oliveira, vendia os sorvetes para sustentar a família. Ele era ajudado pelo filho Isaias – conhecido como Chiquinho – que trabalhava na sorveteria durante o dia e estudava à noite. Em 1984, Isaias assumiu a empresa. A partir daí, o negócio começou a se expandir até a total padronização do negócio, em 2010. Uma unidade da Chiquinho Sorvetes custa cerca de R$ 350 mil. Veja mais na página da rede no nosso canal de franquias.

3. Casa do Sorvete Jundiá A franquia é o braço da Jundiá, produtora de sorvetes paulista com quase 40 anos de história, no ramo das sorveterias. A rede opera em três modelos: lojas express, com até 30 metros quadrados, e premium, de partir de 70 metros quadrados, além de quiosques de 6 metros quadrados. O cardápio varia de acordo com o formato da franquia: enquanto os quiosques vendem casquinhas, sobremesas e milk shakes, as lojas oferecem mais opções de sobremesa. Saiba mais sobre os custos de implantação aqui.

4. Sorvete Itália A Sorvete Itália surgiu em 1975, quando os irmãos Salvatore e Orazio Rametta, que emigraram para o Brasil durante a Segunda Guerra Mundial, decidiram produzir aqui a receita de sorvete italiano. Atualmente, a Itália tem várias unidades no estado do Rio de Janeiro e está em busca de parceiros em São Paulo. O capital inicial para a abertura de uma franquia é de R$ 175 mil. Mais informações sobre custos podem ser encontradas neste link.

5. Freddissimo Ex-presidente de uma multinacional, administrador de empresas e engenheiro, José Diniz queria oferecer aos brasileiros o típico gelato artesanal preparado na Itália. Em 1996, ele abriu a primeira unidade da Freddissimo no Morumbi, em São Paulo, com a oferta de sorvetes, doces e tortas especiais. Aos poucos, a marca se rendeu às frutas nacionais, diversificando ainda mais os seus sabores. Com lojas de rua e quiosques em shopping centers, a rede atende principalmente aos públicos das classes A e B. Os custos de implantação de uma unidade são de cerca de R$ 193 mil. Veja aqui a ficha completa da franquia.

6. Stuppendo A Stuppendo foi criada pelo chef e apresentador Edu Guedes, em 1996. No ano passado, aderiu ao sistema de franquias e está em busca de interessados em abrir uma unidade. É necessário desembolsar mais de R$ 500 mil – conheça os custos aqui – e ter disponibilidade para administrar a sorveteria.

7. IceMellow A rede foi criada em 2007, pela dupla Ivan Pereira e Armando Queiroz. Antes da IceMellow, Almeida e Queiroz já haviam trabalhado com a venda de balões licenciados e no próprio setor de sorvetes. A IceMellow se destaca por vender apenas produtos da Kibon. O investimento em uma unidade é de R$ 150 mil. Saiba mais sobre o que é preciso para abrir uma operação em nosso canal de franquias.

8. Yogoberry A empresa foi criada por Un Ae Hong, uma coreana radicada no Brasil, e sua irmã, Jong Ae Hong. As duas se inspiraram na febre do frozen yogurt nos Estados Unidos e resolveram importar o conceito. Em 2007, foi aberta a primeira unidade da Yogoberry. No ano seguinte, a empresa virou franquia e abriu várias lojas no Sudeste. Confira neste link os custos para abrir uma unidade.

9. Los Paleteros A empresa vende paletas mexicanas, picolés que viraram febre recentemente. Os fundadores da Los Paleteros, Gean Chu e Gilberto Verona, abriram a primeira unidade quando tinham apenas 24 anos. Em 2013, a rede faturou R$ 6 milhões. São dois formatos de unidade: quiosque e loja.

10. Palecolé Outra franquia que embarcou na onda das paletas, a Palecolé foi criada em 2013 e adotou o franchising neste ano. Atualmente, as unidades da Palecolé oferecem 18 sabores. Destacam-se as paletas de morango com leite condensado, chocolate belga, ameixa, amora e açaí com banana. As paletas custam entre R$ 6 e R$ 8. São três formatos de unidade diferentes: loja, quiosque e microfranquia. Com o terceiro, o objetivo da rede é atingir cidades pequenas. Do modelo maior para o menor, o custo de implantação de uma Palecolé é de, respectivamente, R$ 134 mil, R$ 108 mil e R$ 80 mil. Mais informações na página da empresa em nosso canal de franquias.

Bebelu quer atingir 200 unidades em todo o País

Em 2013, a rede fechou com faturamento de R$ 100 milhões. Neste ano, este número deve crescer cerca de 32%

Diante do comportamento cada vez mais usual entre as famílias de comer fora de casa, a rede cearense de lanchonetes Bebelu pretende alcançar mais de 200 unidades em todo o País até 2016. Para seguir os planos de expansão, a empresa investiu, nos últimos dois anos, cerca de R$ 15 milhões na estruturação de um projeto de distribuição e em um novo complexo industrial, localizado em Horizonte.

Com a ampliação, o novo complexo, que passou de 780 m² para 12 mil m², expandiu a capacidade de produção para atender até 400 unidades. "Inicialmente, eram produzidos apenas 60% dos produtos na fábrica. Com a nova planta, entraram para a linha de produção 100% dos insumos que incluem pão, hambúrguer, recheios, molhos, entre outros", conta Rony Ximenes, presidente da Bebelu.
Atualmente, a rede de lanchonetes cearense conta com 67 unidades. Agora, a empresa visa abrir novas lojas em cidades economicamente ativas do Interior dos estados do Sudeste, Centro-Oeste e Norte, diz Rony Ximenes
Por conta do investimento na expansão da fábrica, foi necessário também uma reestruturação do projeto de distribuição. De acordo Ximenes, o franqueado perdia muito tempo indo atrás de fornecedores locais e se dedicava menos ao operacional e administrativo da unidade. Atualmente, o sistema faz com que haja um maior controle de estoque, já que a rede é o principal fornecedor de tudo que é necessário para a comercialização das unidades. "Conseguimos vender mais barato para nossos franqueados. Com o uso de fornecedores eles chegavam a pagar até 40% mais. Por isso, montamos um mini-atacado onde o franqueado pode encontrar todos os recheios, pães, molhos enlatados, embalagens, produtos de limpeza, fardamentos, material de divulgação, entre outros".
Logística

Com a expansão da fábrica, o processo de logística também foi alterado. Segundo o executivo, os custos com transporte eram altos e influenciavam no preço final dos produtos. Por isso, a empresa instalou uma central de logística na mesma planta do complexo visando facilitar o deslocamento no Norte e Nordeste. As regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste são atendidas pela central de distribuição situada em Osasco, São Paulo. "Com essa medida, conseguimos economizar em até 50% o valor do frete".

Novas franquias

Além do Ceará, atualmente, a Bebelu está presente em outros 13 estados, com 67 lojas abertas e 11 em fase de inauguração até o fim deste ano. Conforme Ximenes, o aumento no número de lojas só será possível por meio de franchising. Para isso, a empresa está levando a rede cearense de fast food a traçar o caminho do interior do País para seguir com seus planos de expansão. "A principal porta de entrada será através dos novos shoppings centers que estão sendo erguidos. Queremos expandir para cidades do interior dos estados do Sudeste, Centro-Oeste e Norte".

Faturamento

No ano passado, a rede de lanchonetes fechou com faturamento de R$ 100 milhões. "Quero fechar 2014 faturando R$ 132 milhões e, em 2016, R$ 350 milhões", ressalta. Atualmente, o investimento inicial para tornar-se um franqueado está entre R$ 300 mil e R$ 400 mil. Já o faturamento mensal fica em torno de R$ 100 mil, sendo que a construção da loja é flexibilizada, onde o fraqueado pode optar em construir com quem desejar ou deixar a cargo da Bebelu. "A expansão só está sendo possível pois conseguimos fabricar em escala industrial um cardápio com o mesmo sabor artesanal de antes", assinala Ximenes.
Clique aqui para assistir à reportagem completa.

Fonte: Diário Nordeste – (http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/bebelu-quer-atingir-200-unidades-em-todo-o-pais-1.1089906) Sábado, Agosto 30, 2014

My Gloss vende meio milhão de bijuterias por ano

My Gloss foi uma das vencedoras do prêmio 'As Melhores Franquias'. Empresa conta com equipe de estilistas que pesquisa tendências da moda.

Uma rede de lojas de acessórios é a vencedora na categoria Emergente, do prêmio "As Melhores Franquias do Brasil", organizado pela revista "Pequenas Empresas & Grandes Negócios", da Editora Globo. Esta categoria foi criada para premiar franquias novas, fundadas a partir de 2012. A My Gloss já tem 27 unidades espalhadas pelo Brasil. Rodrigo Stocco é o franqueador do negócio de bijuterias, que começou como um blog, em 2011.

O diferencial é que a empresa tem uma equipe de estilistas que pesquisa e viaja muito para se antecipar às tendências lançadas em Paris e Milão. A moda no momento é o pulseirismo, o uso de várias pulseiras, às vezes mais de dez, no mesmo braço. A rede produz e fornece todas as peças para os franqueados e, de quatro em quatro meses, renova todo o estoque, de 1.200 itens das lojas.

Para ser um franqueado da marca, o investimento é de R$ 330 mil, incluindo taxa de franquia, reforma, estoque, mobiliário e programa de gestão. Na loja, a média de consumo é alta, já que cada cliente compra pelo menos duas peças, e gasta R$ 110. No ano passado, a rede de franquia faturou R$ 24 milhões, com a venda de meio milhão de bijuterias.

Clique aqui para assistir à reportagem completa.


Fonte: G1 Domingo Junho 22, 2014

Os vencedores do prêmio Melhores Franquias do Brasil 2014

A iGUi, que fabrica e vende piscinas, foi considerada a rede do ano

A entrega do prêmio Melhores Franquias do Brasil 2014 aconteceu hoje (3/6), em uma festa no espaço de eventos Leopolldo Itaim, em São Paulo. A revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios apresentou as redes vencedoras em 12 setores, além da Melhor Microfranquia, da Melhor Rede Emergente e da Franquia do Ano.

"O trabalho e o desempenho dessas franquias mostram a consistência e a importância do segmento para a economia brasileira. As redes, além de ajudarem no desenvolvimento do país, oferecem chances para muita gente empreender por oportunidade, não por necessidade", afirma Frederic Zoghaib Kachar, diretor-geral da Editora Globo.

Conheça abaixo os vencedores, selecionados a partir de pesquisa da Serasa Experian. As campeãs fazem parte do Guia de Franquias 2014/2015, que traz um ranking das 489 melhores redes no país e um total de mais de mil marcas para você investir. A publicação chega às bancas e aos tablets a partir do dia 4 de junho.

Melhor Franquia do Ano
iGUi
A rede, que também ganhou na categoria Serviços gerais, conquistou a classe média com piscinas simples de instalar e partiu para o oferecimento de serviços e outros produtos. Em 2013, a marca tinha 350 unidades, e o plano é aumentar o número em 10% neste ano.

Alimentação
Griletto
Com o interior de São Paulo conquistado, a rede de restaurantes fast-food deseja se expandir para o Nordeste. Em 2014, chegará a 150 lojas em 17 estados.

Cafeteria e confeitaria
Rei do Mate
A cafeteria especializada em bebidas com mate busca oportunidades em cidades com mais de 100 mil habitantes e quer chegar a 355 unidades neste ano.

Casa, decoração e presentes
First Class
A rede de 138 lojas de cama, mesa e banho fez 30 inaugurações em cada um dos últimos dois anos. O ritmo deve ser mantido em 2014.

Cosméticos, perfumaria e farmácia
O Boticário
Com mais de 3.600 lojas, é a maior rede de franquias do Brasil. Para este ano, o plano é abrir de 80 a 100 lojas e aumentar o faturamento em 10%.

Ensino de idiomas
Uptime
Com crescimento médio de 20% nos últimos anos, a Uptime fechou 2013 com 206 unidades. A projeção é chegar a 300 nos próximos dois anos.

Lazer
Clube Turismo
A rede de agências pode ser instalada em cidades com mais de 30 mil habitantes e planeja pular de 60 para 100 lojas físicas em 2014.

Saúde e bem-estar
Ortodontic Center
Com suas 84 lojas concentradas no Sul do país, a marca de clínicas odontológicas quer conquistar o Sudeste. A meta é atingir 170 franquias em 2014.

Serviços de limpeza e conservação
Restaura Jeans
A rede de reparos e tingimento de roupas investe em melhorias na infraestrutura e projeta abrir 70 unidades em 2014, um aumento de 30% no ano.

Treinamento e cursos
Cebrac
A empresa de cursos profissionalizantes tem 148 escolas em todo o Brasil. O plano é ampliar a atuação em São Paulo e no Rio de Janeiro, estados que concentram o maior número de unidades da rede.

Veículos
Bono Pneus
A rede de pneus conta com 38 lojas e teve aumento de 25% no faturamento em 2013. Para este ano, a intenção é abrir até 15 unidades.

Vestuário, calçados e acessórios
Carmen Steffens
A marca brasileira de sapatos e bolsas tem 300 lojas espalhadas por 18 países. A meta é chegar a 2016 com mil pontos de venda.

Emergentes
MyGloss
A rede de acessórios que começou como um blog tem hoje 40 unidades e faturou R$ 15 milhões em 2013. A receita pode dobrar neste ano.

Microfranquias
On Byte
A marca de cursos profissionalizantes criou em 2013 um formato home-based. São 15 franqueados no sistema atualmente.

Por: Da Redação

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios
Terça Junho 03, 2014

MyGloss, rede de bijuterias, cresce na boca do povo

Fundada há três anos, a rede de lojas de bijuterias MyGloss faturou 15 milhões de reais em 2013 priorizando o mercado brasileiro. Agora, o empreendedor Rodrigo Stocco se pergunta se chegou a hora de iniciar uma expansão para o exterior

São Paulo - A rede de lojas myGloss, especializada em acessórios como bolsas e bijuterias, tem uma trajetória incomum. A empresa só inaugurou a primeira loja em 2011, depois de acumular mais de 100.000 seguidores em sua página no Facebook, na qual estilistas da marca postam dicas de moda.

Estratégia da MyGloss

A estratégia do engenheiro Rodrigo Stocco, de 34 anos, dono da MyGloss, era formar uma lista de potenciais clientes antes de assumir despesas com pontos de venda e contratação de funcionários para as lojas físicas. "Deu muito certo", diz ele. "Quando inauguramos a primeira unidade, havia uma fila de clientes na semana de inauguração."

Hoje, a empresa tem 23 lojas no Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte e pretende abrir mais 35 nos próximos meses pelo sistema de franquia. O faturamento da rede em 2013 alcançou 15 milhões de reais, quase 50% mais do que em 2012. Com mais de 1,4 milhão de seguidores no Facebook, a MyGloss tornou-se um exemplo de marca capaz de gerar um bom engajamento nas redes sociais.

Em um estudo realizado no ano passado pela consultoria Dito, a MyGloss aparece na oitava posição entre as empresas com o maior número de fãs, atrás apenas de grandes marcas, como Havaianas, Cacau Show e O Boticário. "Costumo brincar que o modelo de negócios da MyGloss foi testado quase sem custos, somente usando o boca a boca gerado nas mídias sociais", diz Stocco.

Ele teve a ideia de criar a empresa depois de se tornar franqueado de uma rede de lojas de bijuterias. "Eu trabalhava com vendas em uma multinacional e queria me testar como empreendedor", afirma. "O resultado foi tão bom que resolvi largar o emprego e abrir uma marca própria."

Stocco chamou a irmã, Katia, que é estilista e arquiteta, para desenhar as bijuterias. "O fato de termos nosso próprio design é um diferencial em relação aos concorrentes", diz. Em seguida, o empreendedor criou uma página no Facebook para divulgar a marca. Para aumentar o número de seguidores e compartilhamentos de conteúdo, foram contratados estilistas para responder a dúvidas sobre moda.

Por Patrícia Lima
Fonte: Exame.com

Quinta Fevereiro 06, 2014

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