Palecolé ultrapassa 30 unidades em oito meses

A rede de franquias Palecolé, especializada em paletas mexicanas, ultrapassou a marca de 30 unidades em menos de 08 meses. Com uma evolução constante, através de seu modelo de franquia diferenciado, a marca espera chegar a 70 estabelecimentos até o final de 2015, o que permite a previsão de 5 milhões de reais para o faturamento deste ano.

Lançada em setembro de 2014, em Balneário Camboriú, Santa Catarina, a marca ganhou adeptos rapidamente pelo seu baixo custo – com possibilidades a partir de 65 mil reais – e pelo modelo de máster franqueado, que permite uma expansão mais rápida, através dos responsáveis locais, que acompanham, desenvolvem e localizam novos franqueados. “Nosso modelo é bastante agressivo, mas ao mesmo tempo bem estruturado e de desenvolvimento na base. Queremos unidades saudáveis e com força” explica Anderson Galvez, diretor geral da Palecolé.

Com fábricas em todos os estados presentes, a empresa possibilita um custo menor para os franqueados, pois permite uma reposição mais rápida e com distribuição com gastos menores. Esse modelo diferencia a marca das demais opções do mercado, pois permite maior força às cidades do interior. “O cenário atual é de uma provável saturação dos grandes centros, não só na questão de empreendimentos, mas também gastronômico, então é preciso uma ampliação do público e as cidades do interior possuem grande potencial de crescimento” detalha Anderson.

Presente em Minas Gerais, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás e Distrito Federal as paletas da Palecolé caíram no gosto e se tornaram a nova febre gastronômica no Brasil. Elas são maiores que os picolés convencionais, têm, em média, 120 gramas e custam entre R$6 e R$8 reais. Um produto mais saudável, sem conservantes ou adição de componentes artificiais. Disponível em mais de 20 sabores, como Cupuaçu, Capuccino, Chocolate Belga, Mescla de Amora, Oreo, Paçoca, Açaí com Banana, Creme com Doce de Leite, Nozes e a mais nova de Marguerita.

Desenvolvimento pessoal e crescimento conjunto

Por desenvolver um produto diferenciado, a Palecolé trabalha com a visão de consultores, ao invés de simples atendentes. Esse conceito surge em um momento onde o desenvolvimento do relacionamento entre marca e consumidor se torna algo valioso. “Nós buscamos um conceito mais próximo entre nosso o consumidor e nossos colaboradores, o varejo precisa ter como sabedoria que a experiência irá definir quem permanece e quem sai do mercado”, explica Anderson.

Com diversos treinamentos, cursos internos e processos de desenvolvimento entre os gestores e os colaboradores, a Palecolé irá aplicar um diferencial dentro do mercado. “Atualmente, os projetos de crescimento sobre os profissionais das franquias ainda é básico, é nesse momento em que a marca irá possibilitar um crescimento natural e em grande escala”, detalha Anderson.

A empresa colocará em prática a “Academia Palecolé”, projeto que permite aos colaboradores uma evolução constante e mais uniforme, pois atingirá desde diretores, máster franqueados, assim como os responsáveis e funcionários das unidades. A ação terá como base o incentivo e a qualificação efetiva com o uso de premiações e cursos.

“Franquias são feitas de pessoas: gestores, colaboradores e fornecedores, eles precisam evoluir para tornar a marca mais forte, tanto a unidade, quanto em nível nacional. A Palecolé quer ter esse diferencial, um processo bem definido e com crescimento mensurável”, conclui Galvez.

Palecolé em números:

MICRO FRANQUIA “A” (quiosque pequeno em formato de carrinho) Para cidades até 50 mil habitantes (IBGE) Franqueado exclusivo do município abrangido. Taxa de Franquia: R$ 25.000,00 Equipamentos e mobiliário (por ponto de venda): R$ 25.000,00 Propaganda inaugural, identidade visual e despesas pré-operacionais: R$ 5.000,00 Estoque inicial: R$ 5.000,00 (30 dias antes da inauguração) *Investimento total estimado: R$ 60.000,00 + R$ 5.000,00 Capital de Giro (Não está incluso frete do quiosque)

MICRO FRANQUIA “B” (quiosque pequeno em formato de carrinho) Para cidades de 50 mil até 75 mil habitantes (IBGE) Franqueado exclusivo do município abrangido. Taxa de Franquia: R$ 30.000,00 Equipamentos e mobiliário (por ponto de venda): R$ 25.000,00 Propaganda inaugural, identidade visual e despesas pré-operacionais: R$ 5.000,00 Estoque inicial: R$ 5.000,00 (30 dias antes da inauguração) *Investimento total estimado: R$ 65.000,00 + R$ 5.000,00 Capital de Giro (Não está incluso frete do quiosque)

MICRO FRANQUIA “C” (quiosque pequeno em formato de carrinho) Para cidades de 75 mil até 100 mil habitantes (IBGE) Franqueado exclusivo do município abrangido. Taxa de Franquia: R$ 35.000,00 Equipamentos e mobiliário (por ponto de venda): R$ 25.000,00 Propaganda inaugural, identidade visual e despesas pré-operacionais: R$ 5.000,00 Estoque inicial: R$ 8.000,00 (30 dias antes da inauguração) *Investimento total estimado: R$ 73.000,00 + R$ 5.000,00 Capital de Giro (Não está incluso frete do quiosque)

QUIOSQUE Para cidades acima de 100 mil habitantes (IBGE) Franqueado NÃO exclusivo do município abrangido. Taxa de Franquia: R$ 50.000,00 Equipamentos e quiosque: R$ 48.000,00 Propaganda inaugural, identidade visual e despesas pré-operacionais: R$ 10.000,00 Estoque inicial: R$ 8.000,00 (30 dias antes da inauguração) * Investimento total estimado: R$ 116.000,00 + R$ 20.000,00 Capital de Giro (Não está incluso frete e montagem do quiosque)

LOJA Para cidades acima de 100 mil habitantes (IBGE) Franqueado NÃO exclusivo do município abrangido. Taxa de Franquia: R$ 50.000,00 Equipamentos, obra e mobiliário: R$ 56.000,00 Propaganda inaugural, identidade visual e despesas pré-operacionais: R$ 20.000,00 Estoque inicial: R$ 16.000,00 (30 dias antes da inauguração) * Investimento total estimado: R$ 142.000,00 + R$ 20.000,00 Capital de Giro

Por: Redação
Fonte: SuaFranquia.com

Delícias a la mexicana

Sorvetes artesanais com peso duas vezes maior que o dos picolés tradicionais conquistaram os mineiros

CALOR, SOMBRA, água fresca e muito sor­vete. Com as altas temperaturas na região metropolitana de Belo Horizonte, todos os recursos para se refrescar são bem-vin­dos, e, seguindo esse nicho do mercado, um produto em especial vem conquis­tando o paladar dos mineiros: as paletas mexicanas. O sorvete artesanal, com 120 gramas (duas vezes maior que um picolé normal) e com recheios variados, como leite condensado, doce de leite ou calda de morango, já pode ser encontrado em diversos shoppings da capital mineira e também em cidades como Contagem e Betim. Uma alternativa saborosa e sofisticada de espantar o calor e uma grande oportunidade para empresários do setor de alimentos aumentarem seus lucros.

A Palecolé é uma franquia de paletas que passou a atuar na Grande BH. Em janeiro, a marca instalou o seu primeiro quiosque no Metropolitan Shopping, em Betim. Localizada no espaço gourmet do centro de compras, a Palecolé oferece 18 sabores de paletas. Entre os carros-chefe da marca estão sabores bem brasileiros, como açaí com banana, cupuaçu com lei­te condensado e chocolate com morango. Além de Betim, a marca também pode ser encontrada em Santa Catarina, Paraná e São Paulo. “Temos grandes planos de expansão em Minas Gerais. Até o fim de 2015, a Palecolé pretende abrir 30 unida­des no Estado e aumentar a rede, que já está presente em Belo Horizonte, Uber­lândia e Poços de Caldas”, explica o dire­tor máster da franquia em Minas Gerais, Rafael Corte, ao ressaltar que, em breve, será aberta uma fábrica própria na capi­tal. “Hoje, a mais próxima fica no Paraná”, completa.

Outra gigante das paletas no Brasil e que também atua em Minas Gerais é a He­lado Monterrey. Com 74 unidades espalha­das por Estados como São Paulo, Sergipe, Bahia, Goiás e Ceará, só em 2014, a fran­quia encerrou o ano com um faturamento mensal de R$ 1,5 milhão e 5 milhões de paletas vendidas, sendo mais de 1,5 mi­lhão só no mês de dezembro. O segredo para tanto sucesso, garante o empresário e responsável pela franquia em Minas Ge­rais, José Neto, deve-se ao fato de esse sorvete arte­sanal ser uma opção mais natural e saudável do que os produtos tradicional­mente comercializados no mercado. “As paletas não são cheias de conservantes, como os sorvetes industria­lizados mais conhecidos”, salienta. Em Belo Horizonte, os quiosques da marca po­dem ser vistos nos shoppings Cidade, Diamond Mall, Estação BH e tam­bém no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins. O preço de cada igua­ria varia entre R$ 6 e R$ 8, dependendo do sabor e do recheio.

SABORES DIFERENCIADOS

As paletas podem ser cremosas, re­cheadas, premium e frutadas, ou seja, recheadas com frutas. No caso da Helado Monterrey e da Palecolé, os empresários responsáveis pelas franquias em Minas afirmam que a preferência, tanto nacional quanto mineira, é pela paleta de morango recheada com leite condensado. Contu­do, ainda é possível saborear os produtos de coco com brigadeiro, amora com io­gurte, manga, kiwi e açaí. “Para fevereiro, estamos preparando a chegada de novos sabores, que estão sendo desenvolvidos, por um mestre sorveteiro, de acordo com o gosto do brasileiro. “Entre as novida­des, teremos picolés de torta de limão e de mouse de maracujá”, revela José Neto, da Helado Monterrey.

Quem provou a iguaria e recomenda é a estudante de nutrição Paula Rosendo, 17, moradora do bairro Brasileia, em Be­tim. Paula conheceu o sorvete assim que a novidade começou a ser comercializada em um famoso shopping da capital. Des­de então, ela consome as paletas com muita frequência. “A paleta é muito mais saborosa que os picolés comuns. Meus sa­bores preferidos são os de morango com leite condensado e de nutella (creme de avelã com chocolate)”, finaliza.

SAIBA MAIS

Apesar de terem chegado ao país somente em 2012, as paletas mexicanas são velhas conhecidas no México, país onde esses picolés surgiram. Feitas de forma artesanal, elas se diferenciam pelo formato, quadrado, e, principalmente, pelo tamanho: pesam 120 gramas de sorvete, o dobro de um picolé normal. Ao contrário do Brasil, lá, as paletas são produzidas com frutas tipicamente mexicanas, como tamarindo, além de se apresentarem com sabores mais apimentados.

Por: Viviane Rocha

 

 

Franquia de paletas mexicanas abre as portas em Pinheiros

rede de franquias Palecolé inaugura sua segunda loja na capital. A loja será instalada em Pinheiros, na Rua Teodoro Sampaio, 1020- loja 1, no dia 20/12. Está será a quarta loja da rede no estado de São Paulo, que já conta com unidades em Marília, Itapecerica da Serra e no bairro da Mooca, na capital. A franquia nasceu em Santa Catarina, Balneário Camboriú e tem conquistado cada vez mais o público. Para desenvolver o negócio nas principais regiões do país, a Palecolé adotou o sistema de Máster Franqueado. Quem comanda as operações no estado de São Paulo é o empresário Teddy L. Moraes, que tem grande expectativa de sucesso. “Mais uma excelente opção de paleteria na cidade, que certamente agradará o requintado paladar do paulistano”, diz Teddy. O cardápio da Palecolé conta com 21 sabores. São quatro de frutas, oito cremosos, sete recheados e dois especiais. Entre as exclusivas, destaque para a de cupuaçu recheada com leite condensado. As paletas, que são maiores que os picolés convencionais, têm, em média, 120 gramas e custam entre R$6 e R$8 reais. O grande diferencial da marca é a aposta num produto mais saudável. “As paletas não contêm conservantes, corantes ou gordura vegetal, além de não passarem por grandes processos industrializados. Na fabricação, usamos produtos naturais, ou seja, o sabor e a cor vêm direto da fruta. Diferem dos picolés comuns por serem maiores e demorarem mais para derreter”, explica Teddy. Por: Michele Rios Fonte: investimentosenoticias.com.br

10 franquias que surgem como boas opções de negócio para 2015

As franquias são ótimas opções de negócio para quem quer empreender. Quem opta pelo sistema não precisa criar nada "do zero" – afinal, a marca e todos os processos de gestão da empresa já existem.

O ano de 2014 trouxe várias tendências para o setor. São várias as opções para os interessados no franchising. Reunimos 10 redes com diferentes conceitos (e custos de implantação). Confira-as. Talvez uma delas possa ser a oportunidade para você mudar de vida no ano que vem:

1. Palecolé A Palecolé é uma das redes que vende paletas mexicanas – os picolés grandes, com sabores sofisticados e feitos artesanalmente que são a nova moda do setor de alimentação no país. As paletas da empresa, que tem sede em Santa Catarina, custam entre R$ 6 e R$ 8. A Palecolé oferece três formatos de unidade: loja (com investimento de R$ 134 mil), quiosque (R$ 108 mil) e microfranquia (RS 80 mil). O terceiro também é uma loja, mas voltada para atingir cidades pequenas. Saiba mais sobre a franquia neste link.

2. Salgado Mania Já imaginou se houvesse um negócio em que não houvesse pagamento de aluguel, que funcionasse 24 horas por dia e que ainda pudesse mudar de lugar, para regiões com mais clientes? Parece impossível, mas na verdade não é tão difícil ter todas essas facilidades: basta colocar sua empresa dentro de um carro. Uma das opções de food trucks disponíveis no mercado é a Salgado Mania. As unidades da empresa oferecem 32 tipos de salgado, além de sanduíches, batata frita, doces e bebidas. Para abrir um food truck, os interessados devem desembolsar cerca de R$ 90 mil. A empresa ainda oferece dois outros modelos de franquia: quiosque e uma loja box, que é fixa, mas pode ser desmontada e transportada com facilidade. Cada uma custa, respectivamente, R$ 149 mil e R$ 69 mil. Saiba mais sobre a Salgado Mania aqui.

3. Doctor Frio A Doctor Frio faz a instalação e a manutenção de aparelhos de ar-condicionado – produto cujas vendas vêm aumentando pelo aumento do poder de compra da população e pelas temperaturas, cada vez maiores, registradas no país. O custo de uma unidade começa em R$ 45 mil. A unidade começa a operar com quatro empregados. O retorno previsto do investimento ocorre em um prazo médio de 12 meses. Mais informações sobre a Doctor Frio podem ser encontradas aqui.

4. Santo Bier A Santo Bier é uma franquia de "bar delivery" com cinco formatos de franquia diferentes. O modelo principal, chamado "Resgate do Santo", é um bar itinerante dentro de um Renault Kangoo. Os interessados no serviço ligam para o franqueado, que envia o veículo no horário marcado. Os produtos disponíveis são cerveja, água, refrigerante, uísque, energético, vodka e tequila. Há uma padronização das bebidas: a cerveja é sempre da Ambev, enquanto o uísque é Johnnie Walker e a tequila, José Cuervo. Os outros modelos são os de entrega de bebidas com motos, carrinho de chope, quiosque e quiosque de praia. Os valores contemplam empreendedores de vários perfis. Enquanto o formato do Renault Kangoo custa cerca de R$ 85 mil, o investimento em três "Carrinhos dos Milagres" é de R$ 35 mil. Saiba mais sobre a Santo Bier aqui.

5. Acquazero A crise da água em São Paulo tem assustado muita gente. Mas, para o empreendedor Marcos Mendes, faz tempo que esse problema não é novidade. Ele criou a AcquaZero, uma rede de franquias cuja proposta é lavar o carro gastando menos de um copo de água. Os franqueados, diz Mendes, não ficam apenas na limpeza, que custa R$ 30. As operações oferecem cristalização da pintura do carro, enceramento, higienização de interiores e do ar-condicionado, impermeabilização e cristalização do vidro, entre outros serviços. As franquias da empresa custam entre R$ 4,8 mil e R$ 80 mil. Saiba mais sobre a rede neste link.

6. Red Salon Homem O Red Salon Homem é um salão de beleza, como o nome já diz, voltado para o público masculino. Segundo Rober Borsato, criador da empresa, o Red Salon Homem "corta cabelo como qualquer um". O diferencial é o tratamento dos clientes. No salão, os profissionais usam termos mais masculinos. Além disso, os clientes podem tomar cerveja, jogar videogame e conferir revistas masculinas. Mais informações sobre a rede aqui.

7. Havanna A Havanna, empresa argentina conhecida por seus alfajores e doce de leite, entrou recentemente no setor de franquias. A rede oferece três formatos de unidade. O primeiro modelo de franquia é um quiosque, que vende apenas os produtos da Havanna – além do doce de leite e dos alfajores, a marca produz chocolates, biscoitos e guloseimas sazonais, como panetones e ovos de páscoa. O segundo também é um quiosque, mas preparado para vender drinks com café e servi-los em mesas. Por fim, o último é uma cafeteria completa. Os preços variam entre R$ 87 mil e R$ 270 mil. Confira mais informações sobre a rede neste link.

8. Batatóp As unidades da Batatóp, que vendem batatas fritas em embalagens em forma de cones, são construídas dentro de contêineres. As batatas são vendidas em duas versões – palito e noisette – dentro de cones com recipientes para várias opções de molhos, como mostarda com mel, barbecue e queijo cremoso. A versão palito custa R$ 10 e a noisette, R$ 12. Os interessados em uma franquia Batatóp precisam investir cerca de R$ 100 mil. Clique neste link e confira mais informações sobre a rede.

9. Viva Eventos A Viva Eventos surgiu em Juiz de Fora (MG) e é especializada na organização de festas de formatura. Para manter o padrão e a qualidade das festas em todas as cidades, a empresa, que funciona como uma agência de eventos, seleciona os fornecedores de todas as unidades e acompanha as primeiras festas do franqueado. O investimento para abrir uma franquia da empresa é de R$ 150 mil, com prazo médio entre 18 e 36 meses para o retorno do capital. Confira aqui mais informações sobre a empresa.

10. ObentôMania A empresa é especializada na venda de "marmitas japonesas" – ou seja, refeições prontas da culinária nipônica. As unidades da ObentôMania são preparadas tanto para o serviço de delivery quanto para o atendimento no local. Em média, 60% dos pedidos recebidos são para entregas a domicílio, segundo a empresa. O investimento em uma unidade é de cerca de R$ 180 mil. Veja neste link mais informações sobre a empresa.

Por: Redação

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

Marca de paletas mexicanas do Sul chega a São Paulo

Fundada em Balneário Camboriú, Palecolé aposta em paletas frutadas, cremosas, recheadas e especiais como nozes e mesclas de amora e framboesa.

As paletas mexicanas caíram no gosto e se tornaram a nova febre gastronômica no Brasil. A rede de franquias Palecolé – www.palecole.com.br -, especializada na iguaria, nasceu no Sul do país, mas logo expandiu sua atuação. Chega a São Paulo pelo empresário Teddy L. Moraes, que comanda as operações em todo o estado. A primeira franquia foi inaugurada na cidade de Marília. E na capital, o primeiro quiosque da marca foi inaugurado neste sábado (29) na Mooca, no hipermercado Extra. Para dezembro, mais duas unidades abrem suas portas: um quiosque em Santos e outro no Shopping Itapecerica.

A franquia nasceu em Santa Catarina, Balneário Camboriú e tem conquistado cada vez mais o público. O cardápio da Palecolé conta com 20 sabores. São quatro de frutas, oito cremosos, seis recheados e dois especiais. Entre as exclusivas, destaque para a de cupuaçu recheada com leite condensado.

As paletas, que são maiores que os picolés convencionais, têm, em média, 120 gramas e custam entre R$6 e R$8 reais. O grande diferencial da marca é a aposta num produto mais saudável. “As paletas não contêm conservantes, corantes ou gordura vegetal, além de não passarem por grandes processos industrializados. Na fabricação, usamos produtos naturais, ou seja, o sabor e a cor vêm direto da fruta. Diferem dos picolés comuns por serem maiores e demorarem mais para derreter”, explica Teddy.

Fonte: Comidaereceitas.blog.br

Franquia de paletas Palecolé custa R$ 90 mil

São Paulo – Criada em 2013, a rede de paletas mexicanas nasceu em Balneário Camboriú. Hoje, a empresa tem unidades em Curitiba e Ponta Grossa. A expectativa é fechar o ano com 30 franquias negociadas, segundo a marca.

A rede está trabalhando com três modelos de negócio: lojas, que têm investimento a partir de 154 mil reais, quiosques, a partir de 128 mil reais, e microfranquias, a partir de 90 mil reais.

Investimento inicial: a partir de R$ 90 mil Prazo de retorno do capital: a partir de 14 meses


Por Priscila Zuini
Fonte: Exame.com

10 franquias de sorvete para você investir

o sorvete é quase uma unanimidade – é difícil encontrar pessoas que não gostam da iguaria. Até por isso, essa delícia gelada tem o seu próprio dia: 23 de setembro.
Além de aproveitar a data para tomar um sorvete, que tal conhecer algumas franquias do setor? Elas podem ser a oportunidade de negócio que você estava procurando.
Selecionamos opções de sorveterias tradicionais, frozen yogurt e paletas mexicanas – picolés grandes, com sabores sofisticados e produção artesanal –, uma das tendências do mercado. Confira:

1. Freddo A Freddo foi fundada na Argentina, em 1969, e tem presença maciça no país. Desde 2011 no Brasil, a rede aposta em um cardápio de sorvetes variados, bem como doces, salgados, cafés e chás. Os interessados em uma unidade precisam desembolsar, aproximadamente, R$ 380 mil. Saiba mais sobre os custos de implantação neste link.

2. Chiquinho Sorvetes A empresa nasceu na pequena cidade mineira de Frutal, em 1980. O fundador, Francisco Olímpio de Oliveira, vendia os sorvetes para sustentar a família. Ele era ajudado pelo filho Isaias – conhecido como Chiquinho – que trabalhava na sorveteria durante o dia e estudava à noite. Em 1984, Isaias assumiu a empresa. A partir daí, o negócio começou a se expandir até a total padronização do negócio, em 2010. Uma unidade da Chiquinho Sorvetes custa cerca de R$ 350 mil. Veja mais na página da rede no nosso canal de franquias.

3. Casa do Sorvete Jundiá A franquia é o braço da Jundiá, produtora de sorvetes paulista com quase 40 anos de história, no ramo das sorveterias. A rede opera em três modelos: lojas express, com até 30 metros quadrados, e premium, de partir de 70 metros quadrados, além de quiosques de 6 metros quadrados. O cardápio varia de acordo com o formato da franquia: enquanto os quiosques vendem casquinhas, sobremesas e milk shakes, as lojas oferecem mais opções de sobremesa. Saiba mais sobre os custos de implantação aqui.

4. Sorvete Itália A Sorvete Itália surgiu em 1975, quando os irmãos Salvatore e Orazio Rametta, que emigraram para o Brasil durante a Segunda Guerra Mundial, decidiram produzir aqui a receita de sorvete italiano. Atualmente, a Itália tem várias unidades no estado do Rio de Janeiro e está em busca de parceiros em São Paulo. O capital inicial para a abertura de uma franquia é de R$ 175 mil. Mais informações sobre custos podem ser encontradas neste link.

5. Freddissimo Ex-presidente de uma multinacional, administrador de empresas e engenheiro, José Diniz queria oferecer aos brasileiros o típico gelato artesanal preparado na Itália. Em 1996, ele abriu a primeira unidade da Freddissimo no Morumbi, em São Paulo, com a oferta de sorvetes, doces e tortas especiais. Aos poucos, a marca se rendeu às frutas nacionais, diversificando ainda mais os seus sabores. Com lojas de rua e quiosques em shopping centers, a rede atende principalmente aos públicos das classes A e B. Os custos de implantação de uma unidade são de cerca de R$ 193 mil. Veja aqui a ficha completa da franquia.

6. Stuppendo A Stuppendo foi criada pelo chef e apresentador Edu Guedes, em 1996. No ano passado, aderiu ao sistema de franquias e está em busca de interessados em abrir uma unidade. É necessário desembolsar mais de R$ 500 mil – conheça os custos aqui – e ter disponibilidade para administrar a sorveteria.

7. IceMellow A rede foi criada em 2007, pela dupla Ivan Pereira e Armando Queiroz. Antes da IceMellow, Almeida e Queiroz já haviam trabalhado com a venda de balões licenciados e no próprio setor de sorvetes. A IceMellow se destaca por vender apenas produtos da Kibon. O investimento em uma unidade é de R$ 150 mil. Saiba mais sobre o que é preciso para abrir uma operação em nosso canal de franquias.

8. Yogoberry A empresa foi criada por Un Ae Hong, uma coreana radicada no Brasil, e sua irmã, Jong Ae Hong. As duas se inspiraram na febre do frozen yogurt nos Estados Unidos e resolveram importar o conceito. Em 2007, foi aberta a primeira unidade da Yogoberry. No ano seguinte, a empresa virou franquia e abriu várias lojas no Sudeste. Confira neste link os custos para abrir uma unidade.

9. Los Paleteros A empresa vende paletas mexicanas, picolés que viraram febre recentemente. Os fundadores da Los Paleteros, Gean Chu e Gilberto Verona, abriram a primeira unidade quando tinham apenas 24 anos. Em 2013, a rede faturou R$ 6 milhões. São dois formatos de unidade: quiosque e loja.

10. Palecolé Outra franquia que embarcou na onda das paletas, a Palecolé foi criada em 2013 e adotou o franchising neste ano. Atualmente, as unidades da Palecolé oferecem 18 sabores. Destacam-se as paletas de morango com leite condensado, chocolate belga, ameixa, amora e açaí com banana. As paletas custam entre R$ 6 e R$ 8. São três formatos de unidade diferentes: loja, quiosque e microfranquia. Com o terceiro, o objetivo da rede é atingir cidades pequenas. Do modelo maior para o menor, o custo de implantação de uma Palecolé é de, respectivamente, R$ 134 mil, R$ 108 mil e R$ 80 mil. Mais informações na página da empresa em nosso canal de franquias.
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